
A fotonovela é uma narrativa mais ou menos longa que conjuga texto verbal e fotografia. A história é narrada numa sequência de quadradinhos e a cada quadradinho corresponde uma fotografia acompanhada por uma mensagem textual.
O aperfeiçoamento da técnica de fotografia e o difícil acesso do grande público ao cinema e a inexistência ou limitada difusão da televisão foram os fatores mais importantes para o surgimento e o grande sucesso da fotonovela.
A fotonovela teve início na década de 40 na Itália após a Segunda Guerra. As revistas resumiam enredos de filmes, que tiveram sua distribuição prejudicada pela crise econômica. Mais tarde, novas histórias passaram a ser contadas nessa forma de fotos combinadas com textos. No mercado brasileiro, as fotonovelas apareceram a partir da década de 50.
A revista Sétimo Céu foi à primeira revista a ter fotonovelas brasileiras (havia uma argentina de pouco agrado do público e as italianas, com custos altíssimos por ter artistas de cinema como modelo, como Sophia Loren). A primeira fotonovela brasileira foi "Adelaide Simon não quis matar", de autoria de Mário Lago. A tiragem da revista que era de 6.000 exemplares passou imediatamente para 250.000.
O aperfeiçoamento da técnica de fotografia e o difícil acesso do grande público ao cinema e a inexistência ou limitada difusão da televisão foram os fatores mais importantes para o surgimento e o grande sucesso da fotonovela.
A fotonovela teve início na década de 40 na Itália após a Segunda Guerra. As revistas resumiam enredos de filmes, que tiveram sua distribuição prejudicada pela crise econômica. Mais tarde, novas histórias passaram a ser contadas nessa forma de fotos combinadas com textos. No mercado brasileiro, as fotonovelas apareceram a partir da década de 50.
A revista Sétimo Céu foi à primeira revista a ter fotonovelas brasileiras (havia uma argentina de pouco agrado do público e as italianas, com custos altíssimos por ter artistas de cinema como modelo, como Sophia Loren). A primeira fotonovela brasileira foi "Adelaide Simon não quis matar", de autoria de Mário Lago. A tiragem da revista que era de 6.000 exemplares passou imediatamente para 250.000.
Postado por Fernanda Borba.
Show de bola essa pesquisa Fernanda!Uma pena que eu tenha demorado tanto para acessar o blog. Vou incentivar a turma para acessar, pois isso é muito útil para vocês.
ResponderExcluirParabéns,
Profª Cláudia
Oláá..
ResponderExcluiradorei também a pesquisa.
Achei uma frase bem interessante
de ARNALDO NISKIER, que de fotonovelas, passamos a falar de meios mais atuais, como eletronicos-digitais, achei legal porque podemos relacionar publicidade e literatura. Fica aí uma reflexão:
"Não há mais como se dizer, em nossa época, que literário é apenas o que sai em livros ou em jornais. Então, a pergunta que consequentemente paira logo no ar é: será que não pode sair da mídia eletrônica algo que possa ser chamado de literatura?"
Larissa Zanetti