terça-feira, 13 de outubro de 2009

Versão do chão

Todo dia é uma pisada aqui, outra acolá, um pano molhado para disfarçar a sujeira ou uma encerada para brilhar. É uma correria diária dos pés do Samuca e ele inteiro sobre mim. Mas noite passada foi uma tortura de quilos. Caiu um, por cima outro e enfim mais um. Aguentei, né. Fazer o que, fui projetado para aguentar mesmo. O que não entendi foi quando caiu a arma em mim, também. Só senti seu peso, não escutei barulho algum, porque não escuto. Porém, entendi quando um homem levantou, uma mulher nua, nuinha também e Samuca, morto, pobrezinho.
Bruna Pires do Rosário

domingo, 11 de outubro de 2009

Atividade sobre o texto versôes

Cortina: Todo dia é um vai e vem neste quarto, me abrem e me fecham, e o pior de tudo: fico até meses sem ser lavada, sequer tiram o pó de mim. Fico sempre olhando pro lado da rua, não vi nada, só escutei um tiro...Há sempre um velho de binóculo olhando para mim, acha que vou mostrar algo; é um tarado!

minha versão, Vinícius Bedinot
T-33

Cara Ana

Escrevo esta carta a pedido de seu irmão Théo.Ele partiu há cinco dias ,não só você ,mas toda sua família,deve estar muito preocupada,por conta deste sumiço repentino que ele já planejava há bastante tempo.
Théo não concordava com a desunião,de seu pai Francisco e sua mãe Marta,mesmo já tendo se passado dois anos desde a separação.
Há algum tempo,Théo teve a ideia de reencontrar seu pai,mas tinha que ser antes de seu aniversário não queria completar mais um ano de vida sem a bênção do pai querido.Ele necessitava de satisfação,o motivo por que se separara de dona Marta;já que ela nunca comentara nada a respeito, alguem teria de explicar.
Eu o ajudei om algumas economias.Théo pediu férias no escritório onde trabalha;também pediu alguns favores financeiro a seu colega de trabalho João.Enfim,conseguiu arrecadar dinheiro para encontrar seu pai, que , no momento, reside em uma cidade bem longe.
Théo sempre dizia:
Dora,como queria o apoio de minha irmã Ana em relação ao papai.
Mas como você sempre foi contra,exitou em pedir sua ajuda;também para não perturbar sua mãe,que nãao esta bem de saúde.
Eu, como namorada de Théo, o apoiei desde o começo, afinal, é um direito dele, ele precisa deste reecontro para ser feliz.
Ana, acalme-se e acalme principalmente a sra Marta;Théo já esta co seu pai,e os dois estão muito bem. Logo ele retornara com ótimas nóticias de seu Francisco e acredito que, finalmente, feliz.

Um abraço Dora.


Jaqueline lacerda T 33

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Proposta para o tema do Texto "Felicidade Clandestina"

Olá pessoal, tive pensando em um tema para o texto da Clarice Lispector.
Tema: a paixão leva à persistência.
No caso, pode-se dizer que a menina magrinha tinha paixão pelo livro; o que a levou a se humilhar, persistir, tentar vencer a gordinha pelo cansaço.
Bem, eu tentei ^^
Abraços, Mariana Souza de Alcantara

O caso de Theo- por Mariana Souza de Alcantara

Olá, Ana.
Meu nome é Luis Roberto. Sou doutor e dono de uma clínica psiquiátrica no Rio de Janeiro. Pesquisando alguns dados de um funcionário aqui da clínica, deparei-me com seu anúncio sobre o seu irmão Theo. Após checar alguns detalhes e se a informação era verídica, resolvi redigir-lhe esta carta.
Theo foi meu paciente e hoje trabalha em minha clínica. Eu e minha equipe o encontramos junto com uma moça chamada Carmem, vivendo como andarilhos. Ambos diziam que sofriam de amnésia, mas sabia que estavam sendo perseguidos. Após conversarmos com os dois, os conduzimos até a clínica, fizemos exames, e constatei que Theo sofria de esquizofrenia; Carmem, de psicopatia.
Por segurança, encaminhei Carmem para outra instituição, especializada no seu caso. Theo, por sua vez, permaneceu em minha clínica, dando início a um longo tratamento, com muitos altos e baixos. No princípio, Theo se mostrou muito agressivo e não estava reagindo bem ao tratamento. Tentou fugir algumas vezes, pois afirmava que uma corporação o estava perseguindo.
Após meses de tratamento, Theo começou a reagir; sua memória "voltava" a cada dia de terapia. Descobri em Theo uma sensibilidade e inteligência ímpares. Mas, ao longo desse tratamento, houve uma recaída que considerei a mais grave.
Com a notícia de que Carmem havia cometido suicídio, Theo ficou muito abalado e, em uma noite, tentou o suicídio também. Por sorte, minha equipe fez um exímio trabalho e o salvou; após seis meses de internação (Theo cortara os pulsos), ele voltou ao tratamento, agora com muita vontade de melhorar.
Após três anos desse tratamento, Theo sentiu vontade de estudar e começar uma nova vida. Ele estudou e formou-se técnico em enfermagem; com isso, o convidei para trabalhar em minha equipe.
Mesmo estando feliz e progredindo a cada dia mais com o tratamento, Theo ainda sente falta das pessoas que ama. E com dados de seus depoimentos das terapias, mais a ajuda de amigos, encontrei o anúncio do desaparecimento de Theo.
Gostaria muito que você e seus pais viessem ao encontro do rapaz, pois isso poderia preencher uma lacuna na nova vida dele. Espero ansioso por um retorno!
Atenciosamente,
Dr. Luis Roberto Fontoura.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Versão da Porta

Eu entrei no blog para comentar e pensei que ia encontrar vários posts dos colegas. Como não encontrei, resolvi, ao invés de comentar, postar a minha versão do texto do Veríssimo, a versão da porta.
"Aquele homem chegou com uma arma na mão e bateu em mim. Assustei-me. Do meu outro lado, ela tentou avisar que estava nua, mas ele nem deu bola, me deu um chute e conseguiu entrar. Os dois foram discutindo até o quarto; ela nua, nuinha da silva, vocês imaginem a pouca vergonha! Quando eles entraram no quarto, não vi mais nada, só escutei uma gritaria e um disparo. Isso tudo me deixou muito chateada. Eles pensam que podem sair chutando a gente? Que as portas não têm sentimentos?"
É isso, colegas!
Mariana Sbaraini Kapp

terça-feira, 6 de outubro de 2009

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Dica de site

Colegas,

Eu estava navegando na net e achei um site que dá umas dicas bem legais. Quando puderem acessem - http://www.portrasdasletras.com.br/pdtl2/sub.php?op=gramatica/index.

Beijos,

Fernanda Borba