segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Por que "Macacos no Sótão"?

Olá, pessoal.
Escolhi esse nome um tanto estranho para nosso blog, inspirada no livro " O menino maluquinho" de Ziraldo. Considero que o título expressa bem o processo de escritura: a cabeça cheia de ideias que precisam ser ordenadas e transformadas num textro coerente e coeso. O mesmo vale para o movimento de reeescritura: ideias no papel que precisam ser buriladas, após acurado processo de reflexão.
Então é isso aí! Espero que todos vocês tenham muitos macaquinhos no sótão trabalhando para a qualificação do fazer escrito em nossas aulas e fora delas também!
Profª Cláudia Sepé

24 comentários:

  1. Eba, primeira seguidora!

    Muito legal a idéia :)
    Ou melhor.. a ideia! heheheh

    Um abraço ;D

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  2. Que legal!!!Aleluia! Meus aluninhos queridos começaram a acessar o blog.
    Bem, este espaço também serve para que vocês postem sugestões, links relacionados com nossa Disciplina, matérias de revista e jornais interessantes para nós. Até mesmo dica de filmes, músicas, etc,etc.
    Espero mais acessos e os textos de vocês.
    Profª Cláudia

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  3. Hola
    bem bacana, precisamos de galera aqui srsrs
    bjoooo

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  4. Mas não vamos exagerar no uso do internetês, ok?
    Profª Cláudia

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  5. ótima ideia professora!
    Com certeza irei acessar e tentar publicar algumas coisas legais :)
    Mas sem usar muito 'internetês' (adorei).
    hahahahahaahaha

    Beijos

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  6. Hello!! =)

    Cláudia onde é para postar as redeções? Arquivos do blog ou pode ser aqui nos comentários mesmo?

    Bjok

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  7. Olá, Letícia. Creio que é melhor postar aqui, pois acho que fica mais acessível a todos. O que achas?
    Profª Cláudia

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  8. Ok, segue abaixo a 1° redação do blog!! \o/

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  9. Olá, Ana

    Vi o anúncio sobre o desaparecimento do Theo e decidi revelar onde ele está. Eu e o Theo somos amigos há um bom tempo nos conhecemos em uma das aulas de artes plásticas que cursávamos na Unisinos, o Theo sempre foi mais que um amigo ele é para mim como um irmão.
    Em uma manhã linda de sol, ele ligou para minha casa e disse que precisava muito conversar. Marcamos de nos encontrarmos no parque do lago, nosso lugar preferido para conversar e relaxar.
    Ao chegar no parque, logo percebi que Theo estava aflito, como de costume sentamos na grama próximo ao lago. Segundo Theo ele precisava viajar para um lugar lindo e inspirador como o parque do lago para que pudesse voltar a criar suas obras de arte, pois em sua casa a convivência com seu pai Francisco estava insustentável, seu pai não compreendia e não aceitava que Theo não seguisse a carreira de músico como era da vontade de seu avó.
    Theo também disse estar confuso em relação ao seu sentimento por Dora, pois ela o pressionava dizendo que gostaria de se casar ainda neste ano de 2002, para o quanto antes realizar o seu sonho de casar na igreja.
    Diante dos fatos, pude entender que Theo realmente estava interessado em Carmem, menina que conhecerá há um mês atrás e a quem dedicará um poema lindo de autoria própria.
    Ele pediu que eu o ajudasse a fugir para por algum tempo dos pedidos de casamento de Dora e da obsessão de seu pai para que seguisse a carreira de músico.
    Então combinamos que na próxima quinta-feira, dia 14 de agosto, à noite, ele ligaria para Dora marcando um jantar na casa dela, já para os nossos amigos, ele confirmaria presença no encontro de toda a sexta-feira clássica na casa de Marcelo, com muita cerveja e conversa fora.
    Naquela noite de sexta-feira eu o esperei na esquina da sua rua, conforme combinamos, ele sairia pela porta dos fundos enquanto todos em sua casa estivessem dormindo e de lá iríamos direto para o aeroporto, onde ele embarcaria no voo para França.
    Conforme planejado Theo passaria um mês em Paris afim de visitar os mais belos museus da redondezas e consequentimente vivenciar toda a cultura daquele lugar encantador, para que dessa forma pudesse reencontrar sua inspiração e voltar a produzir suas obras de arte e assim esquecer as maluquices de seu pai Francisco e Dora, sua namorada.
    Portanto, Ana, você pode ficar tranquila pois falei com o Theo ontem à noite por telefone, ele está simplesmente radiante e muito esperançoso em produzir novas obras para assim ser reconhecido e admirado por seu pai e as demais pessoas. Após esse reconhecimento e sucesso, ele espera ter condições financeiras de se casar com Dora e assim, esquecer Carmem menina encantadora responsável por abalar seu relacionamento.

    Atenciosamente,
    Mari

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  10. Letícia,

    O teu texto ficou bom. Gostei bastante do final feliz que tu destes ao Théo. Contudo, encontrei alguns erros em relação à coesão, pontuação e gramática, que ocasionaram algumas falhas na coerência.
    Selecionei alguns trechos para que eu pudesse analisar.

    Segue abaixo o primeiro:

    "Eu e o Theo somos amigos há um bom tempo nos conhecemos em uma das aulas de artes plásticas que cursávamos na Unisinos, o Theo sempre foi mais que um amigo ele é para mim como um irmão."

    Neste trecho podemos notar que faltam alguns sinais de pontuação, como a vírgula e o ponto final.
    Se pontuado corretamente, com algumas modificações, o trecho ficaria assim:

    "Eu e o Theo somos amigos há um bom tempo. Nos conhecemos em uma das aulas de artes plásticas que cursávamos na Unisinos. Theo sempre foi mais que um amigo. Para mim ele é como um irmão."

    Segue o segundo:

    "Ao chegar no parque, logo percebi que Theo estava aflito, como de costume sentamos na grama próximo ao lago. Segundo Theo ele precisava viajar para um lugar lindo e inspirador como o parque do lago para que pudesse voltar a criar suas obras de arte, pois em sua casa a convivência com seu pai Francisco estava insustentável, seu pai não compreendia e não aceitava que Theo não seguisse a carreira de músico como era da vontade de seu avó."

    Neste podemos observar que, além de erros na estrutura, há também alguns erros na concordância (na grama próximo; seu avó).

    Se reestruturado, ele ficaria assim:

    "Ao chegar no parque, percebi que Theo estava aflito. Nos sentamos na grama próxima ao lago, como de costume. Theo, então, disse que precisava viajar para um lugar lindo e inspirador - como o parque em que estávamos -
    para que pudesse voltar a criar suas obras de arte, pois em sua casa a convivência com seu pai Francisco estava insustentável. Ele não compreendia e não aceitava que Theo não seguisse a carreira de músico, que era a vontade de seu avô."

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  11. O terceiro trecho é dividido em dois parágrafos, sem real necessidade, já que ambos se referem ao mesmo assunto:

    “Theo também disse estar confuso em relação ao seu sentimento por Dora, pois ela o pressionava dizendo que gostaria de se casar ainda neste ano de 2002, para o quanto antes realizar o seu sonho de casar na igreja”.
    Diante dos fatos, pude entender que Theo realmente estava interessado em Carmem, menina que conhecerá há um mês atrás e a quem dedicará um poema lindo de autoria própria."

    Poderiamos juntar tudo em um só parágrafo. Entretanto, o segundo aparece um tanto perdido na narrativa, já que Theo não precisaria necessariamente estar interessado em outra pessoa para resistir a se casar com Dora.
    No final do trecho, onde diz "e a quem dedicará um poema lindo de autoria própria", acredito que a autora quis dizer "dedicara", no pretérito mais-que-perfeito, já que o caso com Carmem já havia acontecido. Aliás, se dedicamos um poema para alguém, este deve ser de nossa própria autoria, pelo contrário não teriamos o direito de fazer uma dedicatória. Portanto, aquele "de autoria própria" poderia ser eliminado do trecho.

    O próximo trecho a ser analisado segue abaixo:

    "Conforme planejado Theo passaria um mês em Paris afim de visitar os mais belos museus da redondezas e consequentimente vivenciar toda a cultura daquele lugar encantador, para que dessa forma pudesse reencontrar sua inspiração e voltar a produzir suas obras de arte e assim esquecer as maluquices de seu pai Francisco e Dora, sua namorada."

    Este trecho me pareceu um dos mais confusos, já que, devido à má estruturação e ao mau uso da pontuação, ele acabou transformando-se em um emaranhado de palavras e informações desnecessárias (algumas escritas de forma incorreta).

    Reestruturando-o e fazendo algumas alterações, ele ficaria assim:

    "Conforme planejado, Theo passaria um mês em Paris, a fim de visitar os mais belos museus das redondezas e, consequentemente, vivenciar a cultura daquele lugar encantador. Apenas desta forma ele poderia reencontrar sua inspiração, voltar a produzir suas obras de arte e esquecer as maluquices de seu pai e de Dora."


    Apesar de haver mais alguns trechos que precisariam ser analisados, analisei apenas estes quatro. O restante, deixo a cargo de nossos colegas.

    Um abraço!

    Karen Soares

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  12. Ana não sei como lhe contar essa história, mas acho que seria muito justo revelar isso a você que é a pessoa em que Théo confiava.Sei que saberá contar a sua mãe.
    Nesses últimos dias,Théo estivera distante com os pensamentos e atitudes voltados para seu plano.Sei disso, porque nos conhecíamos há muito tempo e éramos grandes amigos, tínhamos um segredo, o qual irei revelar a você, para que possa entender a atitude de Théo.
    Há dois anos atrás, eu e ele voltávamos de uma boate, quando nos deparamos,com seu pai.Nós estávamos vestidos de mulher, seu pai não nos reconheceu e, achando que éramos realmente mulheres, ele e um amigo nos seguiram e tentaram nos agarrar em um beco.Foi quando o Théo gritou e se revelou.Seu pai entrou em choque.Ele não aceitava um filho gay, eles nunca mais tocaram no assunto, e Théo resolveu seguir uma vida mais aceitável para seu pai.Então por isso ele começou a namorar com a Carmem.
    Na sexta-feira, quando encontrei com ele depois do expediente, ele me falou que havia assistido a um filme com a Carmem, o filme contava a história de uma mulher que tem amnésia e resolve recomeçar a vida.Ele falou que faltava dez dias para o aniversário, e eu lhe disse que faríamos uma festa.Mas ele não pareceu gostar da idéia.
    Foi quando me revelou o que havia planejado.Ele iria sumir e dar um rumo diferente na vida.Começaria do zero, nasceria de novo e aproveitaria tudo o que lhe fora impedido nesta.
    Apoiei a decisão e o ajudei, mas não tive a coragem que ele teve.Não pensei que sentiria tanto a falta dele e que sofreria ao ver a tristeza de sua família.Sei que nunca seus pais o compreenderam, mas ele confiava em você.
    O Théo foi para a Itália com outra identidade e uma nova vida.Ele não pretende ser encontrado, mas achei que deveriam saber que hoje ele é feliz.

    Marcelo.

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  13. Letícia, Karen. Parabéns pela publicação do texto epelos comentários. Achei bem produtivo o exercício.Juliana, que bom que também postaste o teu texto. Esperemos comentários.
    Profa Cláudia

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  14. Pessoal!
    tem um site muito legal, com campanhas de agências de vários paises. é muito bacana
    http://comunicadores.info/ vale a pena.
    bjoo

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  15. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  16. Pessoal segue meu texto!

    Oi, Ana!
    Vou te contar o que aconteceu com o Théo. Ele estava muito dividido entre mim e Dora. Fomos ao cinema naquele dia, nove de Agosto. O filme não fez muito diferença para mim. Queria estar com ele e ter sua atenção. Na volta, Théo estava um tanto quieto perguntei o que lhe afligia, disse que estava confuso e se sentindo pressionado com toda essa situação. Ele me amava e eu sabia que ele tinha um relacionamento serio com Dora há anos.
    Na mesma noite, liguei para Marcelo, nosso amigo em comum. Contei como tinha sido o cinema e disse o quanto estava preocupada com Théo. Meu medo era de ela querer me deixar como amante por mais tempo.
    Então, Marcelo chamou Théo para almoçar e conversar. Ele não apoiava o relacionamento extraconjugal do amigo mas sempre que podia aconselhava.
    No outro dia, Théo não foi trabalhar. Resolvi que iríamos resolver tudo. Pedi para que revelasse tudo a família sobre nós e terminasse com Dora. Afinal teríamos um filho. Théo saiu muito nervoso da minha cassa, estava com medo por que Dora tinha um gênio muito forte. Eu tinha que dá um jeito nisso. Logo seriamos só nós três.
    Naquela madrugada, Théo me telefonou disse que havia pessoas o seguindo e que todo cuidado era pouco. Dora poderia fazer uma loucura. Ela tinha uma obsessão descontrolada por Théo. Foi então, que decidimos fugir.
    Na manhã seguinte, bem cedinho, nos encontramos ele tinha a solução. Théo e eu íamos fugir para outro estado, construir nossa família, longe de tudo e de todos.
    Sem levar, nada tomamos nosso rumo. No primeiro cruzamento, dois carros fecharam a frente do carro do Théo achamos que poderia ser um assalto, mas não era.
    Dois caras nos pegaram e nos vendaram, era um sequestro. Depois de nos colocar no carro deles, andamos por umas duas horas, mais ou menos. Depois de muitas voltinhas, chegamos em um sítio que tinha um casebre. Ao entrarmos, nos deparamos com Dora que há dias vinha nos seguindo e sabia do nosso relacionamento. Ela havia planejado tudo, a fúria dominá-la.
    Dois dias se passaram enquanto eu e Théo estávamos trocados em uma peça escura, um quartinho. Somente a pão e água. Teve um dia que ela torturou Théo, foi horrível! Queria tirar isso da minha memória. Mas o pior ainda estava por vir.
    No terceiro dia, um dos caras que guardavam a casa nos mandou sair do quarto e ir para uma sala próxima à entrada do casebre. Ali tinha uma mesa posta. Dora nos obrigou a uma última refeição juntos. O medo vinha a cada garfada, mas a comida não estava envenenada.
    Senti um dos caras agarrar meu rosto e o firmar de um jeito que eu via bem o Théo , somente ele! Foi quando no mesmo instante, Dora se levantou e enterrou uma faca nas costas de Théo e outra e outra, quase todas as que estavam em cima daquela mesa. Até o sangue escorrer pelo chão. Dos olhos de Théo, uma última lágrima.
    Eu gritava, esperneava, chorava, queria ajudá-lo. Mas o homem que me segurava era muito forte. Dora sorriu sarcasticamente e me disse: - Se ele não vai ser feliz do meu lado, não será com mais ninguém!
    - Sumam com o corpo! Ela gritou. Então a sós comigo, tentou me matar. Eu consegui fugir andei por quilômetros até um sítio visinho. Fui acolhida , hoje já estou em outra cidade. Vou ter meu filho , a única lembrança que restou de Théo, longe desta mulher. Por mais triste que seja está verdade você deveria saber!

    Com carinho Carmen.

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  17. oiii gente!!
    Que poder ver a galera aqui!
    bom, vou postar meu texto também.
    Parabéns pelo blog professora! xD
    beijos


    Oi Ana.
    Pode parecer estranho eu estar enviando essa carta nesse momento tenso no qual você está passando, mas desejo que possa esclarecer toda essa confusão. Acredite, sou a única que pode.
    Meu nome é Carmem sou companheira de seu irmão faz algum tempo. Eu sei que pode lhe parecer absurdo, mas leia até o final. Vou lhe contar como o nosso relacionamento aconteceu.
    Theo sempre me pareceu uma pessoa tranqüila, sem muitos amigos, alguém com um passado comprometedor e enfim, um homem instável e sozinho.
    Conforme ele, era sozinho, perdeu os pais em um acidente e não se relacionava com muitas pessoas. O nosso relacionamento sempre foi bom. Tive que me acostumar com suas crises e com os dias em que desaparecia.
    Nas ultimas duas semanas ele estava completamente transtornado e qualquer ação minha o irritava. Eu sabia que o problema era comigo, no entanto ele parecia estar com medo e ter a pretensão de contar algo que realmente o atormentava.
    Então em uma noite, após termos visto um filme eu quis agradá-lo e o convidei para jantar. Theo não pareceu gostar da idéia, pois ficou confuso, agitado e extremamente nervoso. Foi quando começou a falar:
    - “Carmem, eu não posso mais te esconder, não quero mais te enganar (...)”
    Ele respirou fundo e continuou:
    - “Faz tanto tempo que estamos juntos e tu sempre foi tão compreensiva (...)”
    Fez uma longa pausa, o que me deixou ainda mais nervosa. Pensei tantas coisas que poderia ouvir de sua boca, mas certamente não imaginei a cruel verdade. Ele prosseguiu:
    - “Quero que compreenda que eu nunca quis seu mal, mas a verdade é que menti pra você quando disse não ter família, pois eu tenho um pai, uma mãe e até uma namorada com quem mantenho contato assiduamente (...)”
    A principio achei que fosse uma brincadeira ou uma piada de mau gosto. E ele não terminara:
    - “Comentei algumas vezes do meu amigo Marcelo... Bem, já faz algum tempo que eu ele... enfim, resolvemos viver juntos em um outro lugar. Eu vou viajar dia 15 e ele irá algum tempo depois para não deixar suspeita. Peço que entenda, eu não podia mais esconder e foi muito difícil tomar essa decisão. Por favor, não conte a ninguém.”
    Eu vi que ele realmente falava sério e percebi que não tinha outra escolha. Senti vergonha da situação e por isso não contei pra ninguém.
    Portanto, vendo seu anúncio aflito não hesitei em lhe contar. Espero que realmente compreenda a situação de seu irmão e aceite que ele está feliz agora.


    Ass. Carmem Trindade

    21/08/2002

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  18. corrigindo...
    "que bom poder ver a galera aqui!"
    *-*

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  19. Oi galerinhaa!! tranquilinho??? Logo estarei colocando meu texto aqui para ser "metralhado" uahsuahsuahsuhaus!!! Esse post é o " sinal de vida" que foi solicitado pela professora!!! até q enfim estou me entendendo com o o mundo do Blog!!! hehehehe!
    Grande abraço a todos!!! 'o'

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  20. Oi pessoal! :)
    meu texto:

    Oi Ana,
    Sou Melissa, estudante de Psicologia, amiga e confidente do Théo nos últimos dias. Tenho conversado muito com ele nesse momento conturbado que vem passando, já que ele não tem coragem de abrir para mais pessoas o que realmente está acontecendo. Para te acalmar e acalmar tua família, garanto que ele está bem. Está na casa de praia da minha família, estava precisando de um tempo para refletir. Pediu que eu não revelasse onde era, nem telefone, mas permitiu que eu contasse o que realmente está acontecendo.
    Com o desgaste do namoro de Théo, ele foi se aproximando cada vez mais do colega de trabalho Marcelo, com quem almoçava todo dia. Essa amizade foi crescendo, e perceberam que eram mais que amigos, o que deixou Théo perturbado. Na cabeça dele é uma coisa que não poderia acontecer, pois ele tem uma namorada e cresceu ouvindo do pai que homossexualidade não é uma coisa normal, que nunca aceitaria isso de um filho. Mesmo não tendo contato com o Sr. Francisco há mais de dois anos, as idéias do pai são muito presentes na vida do filho. O Théo tem muito medo de desapontar ainda mais o pai.
    Conhecemo-nos na faculdade, um pouco antes de ele decidir largar o Direito e ter a briga definitiva com o pai. Acabamos nos aproximando e tentei ajudá-lo o máximo que pude. Sempre marcamos em restaurantes , ou aqui em casa para colocarmos o papo em dia. Por ele ser muito reservado, duvido que tenha comentado sobre mim.
    Ele me contou que vocês já estavam percebendo que ele estava mais calado e até mais sensível. Tudo isso está mexendo muito com ele. Muitas coisas vêm se acumulando nos últimos tempos mas o filme que ele viu no dia nove de agosto, “Mulholland Drive”, mexeu ainda mais com a cabeça dele. O pensamento dele se voltou todo para a amnésia da personagem principal, pois, como ele mesmo me disse, queria ter uma “amnésia do sentimento pelo Marcelo”. Ele não tem certeza do que realmente quer, mas o Marcelo está pressionando para que ele conte para todos o que está acontecendo entre eles.
    O Théo está com muito medo da reação de vocês, que , para ele, são muito importantes, pede desculpa por não ter contado todo esse drama que está vivendo, até tentou, mas não conseguiu se abrir. Não quero pressioná-lo em relação ao tempo em que vai ficar fora, vou deixar que ele tenha todo o tempo possível para colocar as idéias em dia e chegar a uma conclusão.
    Espero que isso acalme, principalmente, a mãe de vocês, que deve estar muito nervosa. Qualquer dúvida que venha a surgir, ele me falou que guarda um cartão do meu consultório dentro do diário dele, se necessário, é só me procurar.
    Atenciosamente,
    Melissa

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  22. Gostei da ideia!!!!!
    passando para deixar um oi....
    heheheh

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  23. Olá,Larissa!!
    Gostei muito do seu texto, parece muito com o meu.

    Separei um trecho do seu texto que acho que poderia melhorar.

    - “Quero que compreenda que eu nunca quis seu mal, mas a verdade é que menti pra você quando disse não ter família, pois eu tenho um pai, uma mãe e até uma namorada com quem mantenho contato assiduamente.

    Lendo seu texto tive a impressão que você falaria um pouco mais sobre a namorada de Théo, mas você deixa no ar e começa a falar do caso de Théo com Marcelo.

    Minha sugestão:

    "Namoro com ela desde a adolecência.Ela e meus pais planejam nosso casamento.Até hoje não tive coragem de acabar esse relacionamento, pois para eles seria uma enorme decepção.
    A principio achei que fosse uma brincadeira ou uma piada de mau gosto. E ele não terminara:
    Carmen, não sei nem como falar, mas para sua decepção o pior vem agora...

    e agora viria o parágrafo final onde ele declara que está largando tudo para viver um amor com Marcelo.
    o que você achou?? espero que tenha gostado.

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  24. Cláudia,gostei de tua participação. Só para lembrar: a grafia de "adolescência" é como escrevi. A Larissa está te devendo a resposta.
    Profª Cláudia

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